Um desafio medido para motivar o cérebro

Para responder a essas perguntas, os cientistas desenvolveram um experimento usando
imagens de ressonância magnética funcional, uma técnica de imagem que permite a
observação em tempo real do cérebro em ação. Foi solicitado a cerca de 30 indivíduos
saudáveis que se lembrassem de associações entre objetos e pessoas; cada resposta
correta foi associada aos pontos ganhos e cada resposta incorreta aos pontos perdidos (os
pontos foram convertidos em dinheiro). Vinte minutos depois, os sujeitos foram solicitados
a recuperar essas associações para ganhar pontos adicionais. Criticamente, o número
médio de pontos que poderiam ser obtidos variaram ao longo do experimento.
“Ao contrário do que se poderia pensar, os melhores resultados não foram associados ao
maior acúmulo de recompensas, o ponto em que os sujeitos deveriam ter sido os mais
motivados”, diz Kristoffer Aberg, pesquisador do Instituto de Ciência Weizmann e o
primeiro autor deste trabalho. O mais eficaz? Em algum lugar entre as recompensas
acumuladas mais alta e mais baixa. “Nosso cérebro precisa de recompensas para nos
motivar, mas também de desafios”, explica Sophie Schwartz. “Se a tarefa é muito fácil, a
motivação diminui tão rapidamente quanto se é muito difícil, e isso afeta nossa capacidade
de codificar informações.

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